domingo, 9 de dezembro de 2012

Projeto - Livro - Introdução

Simples assim, mas como vou recordar de algo tão, mas tão puro e verdadeiro? Pelo menos foi isso que Stteven me disse, ah! claro, não apresentei ele, bom, um cara legal, que conheci faz uns cinco anos na terceira série. Gosto e muito dele desde então, mas é complicado, sabe quando você acha que ele gosta de você mas não do jeito que você gosta dele, ok! Acho que é psicológico essa minha neura de ''Ai, ninguém gosta de mim'' ou ''Será que eu sou sempre a vitima coitada'', sabe algo desse tipo. Ontem uma menina, do qual não me recordo o nome para variar, me falou que o meu problema é mais sério do que ela imaginava, será? Que até uma desconhecida percebeu? Pelo menos da cara de espanto quando eu parei ela e perguntei se ela tinha um minutinho e nesse pequeno instante eu contei e desabei todas as minhas dores e duvidas sobre a minha vida. Olha que ironia comecei a explicar como conheci o Stteven: Ah! Claro, (-novamente) chato demais, vamos voltar para a realidade, eu em meu quarto rosa, pode acreditar ele é incrivelmente rosa e chato, na verdade a minha vida está sendo assim ou pelo menos estava, até meu pai bater em minha porta.
-Fer, temos que conversar. - A expressão no rosto dele não era uma das melhores.
-Ah, não, nem vem com essa de psci...- Ele me cortou antes que eu terminasse a frase.
-Acalme-se, não é nada disso. Mas acho que você não vai gostar muito.
Vish, pela cara dele eu estava incrivelmente ferrada, o que será que eu fiz de tão mal e horrível assim?
-O quê, me fale logo, tenho que preparar o meu repertório, de...de oposição. - Nooossa criativa eu.
-Nós vamos nos mudar, para os Estados Unidos.
O-oo quê ?
Não, não, não!
A minha vida estava ACABADA ou Não.
Depois de eu me recuperar do choque, eu até que pensei que podia ser uma boa, mudar, conhecer gente nova, uma cultura nova, enfim sair dessa coisa monótona e sem graça que hoje chamo de vida. Eu queria mais aventura, mais ação, mais loucura, luxo, então, resumindo, queria uma história para contar. Affe, que clichê.